quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

ANIMAÇÃO PARA A LIIBRA - CIRCUITO MUNICIPAL EM SUA CIDADE!

ATENÇÃO AMIGOS, VOLUNTARIOS DA CUFA PE.
SOLICITAMOS AS ANIMAÇÕES LOCAIS PARA ENRIQUECER NOSSA FESTA NOS MUNICIPIOS ONDE TEREMOS A LIIBRA CIRCUITO MUNICIPAL.

  • GRAFFITEIROS, DANÇARINOS (BREAK), MC´S, RAPPER´S
  • PESSOAL QUE TEM FANTASIAS DE ANIMAÇÃO
  • LIIBRETES (MENINAS QUE DANÇAM COM COREOGRAFIAS)
  • EQUILIBRISTAS
  • SKATEIROS
  • ATLETAS DO BICICROSS
OS VOLUNÁRIOS QUE SE INTERESSAR EM PARTICIPAR NO CIRCUITO DE SUA CIDADE OU DE SUA PREFERENCIA, DEVE ENVIAR UM EMAIL SOLICITANDO A PARTICIPAÇÃO.

HAVERÁ UMA PREMIAÇÃO NOS DESTAQUES DOS MUNICÍPIOS.

AS EQUIPES QUE APARECEREM COM SUAS TORCIDAS ORGANIZADAS PARA ANIMAR A ARENA, TERÁ UM DIFERENCIAL SEJA CAMISETA, BANDANA (ESTA EM DEFINIÇÃO)...

ENTÃO NÃO PERCAM TEMPO MESMO!!!!

MÃOS A OBRA E SE ORGANIZEM!!!!!!!!!!!!!1

Regulamento LIIBRA 2009 Circuito Municipais - RECIFE, OLINDA, PAULISTA, JABOATÃO DOS GUARARAPES, CAMARAGIBE e CARUARU

Regulamento LIIBRA 2009

ARTIGO 1: DAS INSCRIÇÕES

A. A Liga Internacional de Basquete de Rua 2009 Circuito Municipais será composta por equipes masculinas e femininas praticantes de Basquete de Rua e que tenham comprovado residência fixada em cada cidade que terá o circuito.
B. As inscrições devem ser feitas através do blog: http://liibra-pernambuco.blogspot.com ou através do envio de ficha de inscrição disponível nos sites supracitados através do tel/fax (21) 3222.6233 ou pelo e-mail: liibra2009.ciruitomunicipal@gmail.com

C. As inscrições serão realizadas entre os dias 05 de fevereiro de 2009 a 28 de fevereiro de 2009. Inscrições recebidas fora deste prazo não serão consideradas, permanecendo em “fila de espera” em caso de desclassificação ou desistência de equipe pré-inscrita.

D. As Equipes inscritas serão divulgadas e informadas através do BLOG

ARTIGO 2: DO SISTEMA CLASSIFICATÓRIO

A. As equipes serão distribuídas uniformemente em 2 Etapas Classificatórias, através de sorteio a ser realizado no Congresso Técnico com a presença da comissão organizadora do evento e de um representante de cada equipe inscrita no dia 7 de março de 2008, às 10 horas, LOCAL A DEFINIR

B. As Equipes de cada Etapa Classificatória serão distribuídas em 4 chaves (três equipes por chave) onde se enfrentarão através do sistema Rodízio Simples (todos contra todos).

C. A Equipe que obtiver melhor rendimento em sua Chave (maior número de vitórias ou maior saldo average em caso de empate) se classifica para semifinal da Etapa, no mesmo dia.

D. As quatro melhores equipes de cada etapa (Campeã, vice-campeã, 3° e 4° lugares) se classificarão para as quartas-de-final, na 3ª Etapa através de sistema eliminatório simples (mata-mata) As 8 equipes se enfrentarão de acordo com suas classificações nas Etapas anteriores. Veja a tabela abaixo:

Jogo 1

Jogo 2

Jogo 3

Jogo 4

1° Lugar Etapa 1

2° Lugar Etapa 2

2° Lugar Etapa 1

1° Lugar Etapa 2

X

X

X

X

4° Lugar Etapa 2

3° Lugar Etapa 1

3° Lugar Etapa 2

4° Lugar Etapa 1

E. As datas das Etapas são:


14 de março de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final. do municipio de Olinda
21 de março de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final. do municipio de Recife
28 de março de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final.do municipio de Paulista

11 de abril de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final.do municipio de Jaboatão dos Guararapes

18 de abril de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final. do municipio de Camaragibe
25 de abril de 2009: Etapa Classificatória, Quartas-de-Final, semifinais e Final. do municipio de Caruaru

ARTIGO 3: DA REALIZAÇÃO DAS ETAPAS

A. A Liga Brasileira de Basquete de Rua acontecerá nos dias 14, 21 , 28 de março, 11, 18 25 de abril (etapas classificatórias quartas-de-final, semifinal e final).

B. As etapas acontecerão em bairros da Cidades regulamentadas para as classificações. Esses locais, bem como a participação das equipes em cada Etapa, serão definidos no Congresso Técnico (ver art. 2) e será divulgado ostensivamente no blog: http://liibra-pernambuco.blogspot.com .

ARTIGO 4: DAS EQUIPES

A. Cada equipe é composta por seis atletas (quatro titulares e dois reservas) e um representante técnico.

B. Durante os jogos só é permitido na quadra à presença de um técnico (estabelecido no chek-in de confirmação de presença da equipe em cada etapa).

B. As equipes devem informar no Congresso Técnico (ver art. 2) a cor, os números do uniforme e os nomes dos atletas componentes. Em caso de duas equipes se enfrentarem com uniformes de cores próximas, a Comissão Organizadora realizará sorteio para que uma das Equipes utilize um segundo jogo de uniformes. Caso a equipe sorteada não tenha segundo jogo de uniformes, a Comissão Organizadora cederá um jogo de uniformes do Evento.

C. Equipes que não possuem uniformes devem informar esta condição a Comissão Organizadora no Congresso Técnico (ver art. 2). No ato do empréstimo, momentos antes do jogo, a Equipe deve apresentar documento de identidade original, oficial, com foto, reconhecido em todo o território nacional, de todos os jogadores.

D. Caso os procedimentos descritos não sejam cumpridos, a Comissão Organizadora tomará as decisões cabíveis, sentindo-se apta inclusive a desclassificar a Equipe.

ARTIGO 5: DO INÍCIO DAS ETAPAS

A. A chegada das Equipes inscritas em cada Etapa Classificatória será às 08h00min. Deve-se imediatamente efetuar o chek-in, procedimento a ser realizado com todos os atletas que compõem a Equipe. Às 08h30min será realizado o Sorteio de confecção das Chaves, que definirá os jogos que acontecem no dia. É fundamental a presença de um representante ou técnico de cada equipe presente neste momento. Às 09h00min horas inicia-se impreterivelmente o primeiro jogo do dia.

B. Qualquer argumentação que fuja do estipulado no parágrafo acima deve ser informado o mais cedo possível a Comissão Organizadora.

ARTIGO 6: DO INÍCIO DOS JOGOS

A. As equipes serão informadas da ordem dos jogos no término do sorteio que define a Chave do dia. Também será anunciado através do sistema de sonorização do evento o jogo corrente bem como o jogo subseqüente. As equipes devem estar atentas e preparadas, devendo estar na área de entrada da quadra, uniformizadas e aquecidas, dez minutos antes do seu jogo.

ARTIGO 7: DAS REGRAS DO JOGO

7.1. Das dimensões oficiais da quadra

A quadra de Basquete de Rua terá a medida que for possível, mas, a medida padrão sugerida pela LIBBRA é de 12m x 22m como dimensão ideal para a quantidade de jogadores em ação.

7.2. Do jogo

7.2.1. O Basquete de Rua é disputado por duas equipes de até 7 jogadores (quatro jogadores em linha e até 3 na reserva) , tendo como objetivo colocar a bola dentro da cesta ou coador do time adversário.

7.2.2. O jogo pode ser realizado em qualquer ambiente, exemplificadamente: na rua; em quadras improvisadas, ginásios; sob viadutos; ao ar livre, dentre outros, tendo como filosofia principal motivar a participação, descontração, integração social, inserção cultural e desportiva, constituindo-se o caráter competitivo o meio e não finalidade maior.

7.2.3. Os jogos oficiais da LIIBBRA, bem como das Seletivas Municipais e staduais, exceto os jogos de finais de campeonato, serão disputados em dois (2) tempos de 8 minutos e 30 segundos cada, com intervalo de um (1) minuto entre eles. Quando se tratar de partidas finais de torneios (ou campeonatos), estas terão três (3) tempos de 10 minutos corridos para cada um deles.

7.2.4. A escolha dos lados da quadra será definida pelo sistema de par ou ímpar. A equipe que vencer escolherá o lado da quadra a jogar no primeiro tempo, no segundo tempo dar-se-á a inversão. Nas hipóteses de partidas finais em que houver terceiro tempo, as equipes jogarão este período do lado da quadra em que iniciaram a partida.

7.2.5. Uma partida só poderá ser iniciada após aquecimento de no mínimo cinco (5) minutos, e, ao término do aquecimento, o árbitro determina que todos se cumprimentem antes de se posicionar. Depois de todos posicionados na quadra, inclusive, os dois jogadores que irão disputar a bola ao alto, o árbitro inicia o jogo.

7.2.6. A posse de bola inicial será definida por uma disputa de “bola ao alto” realizada no centro da quadra. Participarão desta disputa os jogadores mais baixos de cada equipe, ficando os demais jogadores do lado de fora do círculo central. Quando essa marcação não existir, todos os outros jogadores deverão permanecer a, no mínimo, três (3) metros de distância da disputa e, só poderão tirar os pés do chão após a bola ser tocada por um dos atletas que disputam da posse de bola ao alto.

7.2.7. O sistema de “bola ao alto” será também usado para definir a posse de bola nos casos de bola presa durante as partidas, fazendo-se a disputa exatamente no local onde ocorreu o fato e com os jogadores envolvidos. No caso de haver mais de um jogador da mesma equipe envolvido na jogada, o mais baixo da equipe disputará a posse de bola com o adversário, e, se forem dois de cada equipe, os mais baixos de ambas disputarão a bola ao alto, ficando todos os demais jogadores do lado oposto da quadra onde se disputa a bola ao alto. Em caso de a bola presa ter ocorrido numa distância inferior a três (3) metros da linha central que divide a quadra, os atletas deverão ficar distante, pelo menos, três (3) metros da disputa de bola e respeitar a proibição de tirar os pés do chão antes que a bola seja tocada por um dos jogadores que participam da disputa da bola ao alto.

7.2.8. Cada equipe terá direito a pedir um (1) único tempo de trinta (30) segundos de paralisação durante a partida, em jogos comuns. Nos casos de partidas finais de competições as equipes terão direito a dois (2) tempos de trinta (30) segundos de paralisação durante toda a partida.

7.2.9. O cronômetro só será parado no momento em que houver arremessos de lances livres, ou, quando as equipes solicitarem tempo técnico. Fora destas hipóteses não haverá qualquer outra pausa ou paralisação do cronômetro, e a equipe que deliberadamente retardar ou paralisar o jogo, será punida, com falta técnica.

7.2.10. Os jogadores poderão andar com a bola, desde que batam com ela no chão a cada passo dado (drible). Quando da execução de alguma manobra onde tudo é permitido, o atleta pode, inclusive, esconder a bola sob a sua camisa.

7.2.11. É vedado ao jogador atacante permanecer dentro do garrafão da equipe adversária por mais de três (3) segundos.

7.2.12. Não é permitido ficar com a bola por mais de oito (8) segundos na zona (ou lado o da quadra) de defesa da equipe.

7.2.13. O treinador e os jogadores que estiverem no banco de reservas não poderão, em nenhuma hipótese, entrar na quadra durante o jogo, exceto em caso de substituição de atleta. Caso contrário, a equipe infratora será apenada com falta técnica coletiva e o adversário somará no placar a quantidade de pontos relativa ao número de invasores. Em caso de invasão da quadra por parte das duas equipes, ambas entrarão com quatro (4) pontos negativos em seu próximo jogo.
Uso dos pés: sendo o basquete uma modalidade desportiva jogada com as mãos, é vedado o contato da bola com os pés, exceto quando os jogadores estejam fazendo alguma manobra (jogada de efeito) com a bola. No entanto, não será permitido o uso dos pés para interceptar as jogadas do adversário.

7.2.14. Reposição da bola em jogo

7.2.14.1. Sempre que a bola sair da quadra por uma das linhas laterais, o jogo terá reinício no local onde ocorreu o fato.
7.2.14.2. Quando a bola sair por uma das linhas de fundo, o reinício da partida ocorrerá embaixo da tabela do lado em que a bola saiu.

7.2.14.3. Após a marcação de uma cesta, a bola é recolocada em jogo a partir de um passe feito pelo jogador que esteja do lado fora da linha de fundo da equipe defensora.

7.2.14.4. Na maioria dos casos, a bola será repassada ao jogador pelas mãos do árbitro, exceto quando a equipe que esta repondo a bola em jogo tenha sofrido uma cesta, hipótese em que um de seus jogadores pega a bola e a coloca imediatamente em jogo.

7.2.15. Substituições

7.2.15.1. As substituições podem ser feitas a qualquer momento e os jogadores não precisam esperar a autorização do árbitro para entrar ou sair de quadra por ocasião da substituição.

A bola e o Cara
Jamais será permitido ao jogador sair dos limites da quadra com a bola, e não será permitido que o jogador avance para o ataque e volte, em seguida, para o seu campo de defesa. Quando isso ocorrer, o árbitro inverterá a posse de bola.

7.3. Das restrições quanto à movimentação ou retardo de jogo

7.3.1. O árbitro inverterá a posse de bola quando o jogador sair dos limites da quadra com a bola, ou, sempre que o jogador avançar para o ataque e, em seguida, voltar para o seu campo de defesa.

7.3.2. O jogador cometerá falta técnica sempre que o arbitro entender que ele está retardando deliberada e propositalmente o jogo.

7.4. Dos limites de tempo com a bola

Regra dos 5: cada jogador não poderá ultrapassar o tempo de cinco (5) segundos para recolocar a bola em jogo.

Regra dos 20: o tempo máximo entre a posse de bola e o arremesso será de 20 segundos, invertendo-se a bola por mais tempo, o árbitro inverterá a posse de bola em caso de retenção por mais tempo.

Tempo técnico: a qualquer momento da partida as equipes poderão pedir o tempo técnico, observando-se quanto a sua concessão a regra expressa no 2.8 deste Regulamento.

7.5. Das manobras

7.5.1. Todos os tipos de malabarismos e truques com a bola são permitidos aos jogadores, sejam eles feitos com os pés, com a cabeça ou mediante qualquer outra maneira que o atleta utilize para iludir o adversário, de modo a estimular a versatilidade e criatividade como elementos inseparáveis desta modalidade desportiva. O jogador poderá andar ou até mesmo correr com a bola, desde que seja exclusivamente para demonstrar habilidade, e não, para fazer a cesta. Esta permissão, contudo, não autoriza o jogador a dar sobre passo, nem bater a bola com ambas as mãos, simultaneamente, nem também efetuar dois dribles consecutivos (bater a bola, agarrá-la com as duas mãos e voltar a batê-la).

7.5.2. Em geral, o atleta não poderá saltar e voltar ao chão, com a posse de bola, sem executar o arremesso ou o passe, exceto se estiver manobrando.

7.6. Da altura dos aros

7.6.1. A cesta – nome dado ao aro que está fincado na tabela – é o objetivo central dos atletas deve ficar a 3,07 metros do chão, diferente e acima dos 3,05 do basquete de competição de quadra, o que é feito objetivando criar um grau maior de dificuldade para as enterradas, que elas valem 1 pontos a mais do que uma cesta normal, ou seja, no Basquete de Rua, uma enterrada vale 2 pontos.

7.7. Da pontuação

Serão computadas as seguintes pontuações para as equipes:
1 ponto – apagão (quando o jogador de posse da bola cobre a cabeça do marcador adversário com sua camisa ou com a do próprio marcador)
1 ponto - caneta
1 ponto - lance livre
1 ponto - arremesso a frente da linha de dois pontos
2 pontos - enterrada
2 pontos - arremesso, atrás da linha de dois pontos e a frente da linha de três pontos
3 pontos - enterrada com ponte aérea
4 pontos – arremesso atrás da linha de 3 pontos e a frente a linha de meia-quadra
4 pontos - arremesso, atrás da linha de meia-quadra, ainda na sua quadra de defesa.

7.8. Do Lance Livre

7.8.1. Cada arremesso livre convertido vale um (1) ponto. Um arremesso de lance livre não dará direito a rebote, e, a equipe que estiver realizando os arremessos terá a posse de bola logo após os mesmos, sejam eles convertidos ou não.
* Caso o jogador receba falta no momento em que estiver saltando para a conclusão dos arremessos, ele terá direito a cobrança de lances livres equivalente à pontuação que estava almejando.

7.8.2 Lance Livre e “Canetinha”: Caso jogador efetue uma manobra entre as pernas do adversário e seja impedido de completá-la por ter sofrido uma falta, este terá direito a um lance livre e a posse de bola. Os lances livres só serão cobrados se o árbitro interpretar que a jogada seria concluída, e, caso contrário, será marcada somente a falta.

7.9. Das partidas terminadas com empate

As partidas não poderão terminar empatadas e, quando isso acontecer, será disputado um "coração de três”: Tempo extra com três minutos de duração. É decretada vencedora a equipe que tiver maior pontuação durante o tempo extra ou que abrir três pontos de vantagem sobre a equipe adversária, mesmo antes do fim do tempo regulamentar.

7.10. Do sistema de marcação

7.10.1. Não é permitida a marcação por zona, só é permitida no sistema homem a homem, ou mulher a mulher. Ou seja, tanto nos jogos masculinos quanto nos jogos femininos da LIBBRA, as equipes são obrigadas a adotar marcação individual. Se uma das equipes utilizar a marcação por zona o árbitro chamará a atenção dos jogadores por meio de advertência verbal. Em caso de reincidência da infração será aplicada falta técnica contra a equipe que estiver marcando por zona.

7.10.2. Um atleta só pode ficar no máximo , cinco ( 5 ) segundos segurando a bola, quando estiver sob marcação individual.
* Tocos (interceptação): os tocos são jogadas em que um atacante sobe intencionalmente para a cesta e recebe do marcador um toco legal (sem falta), ficando o defensor com a posse de bola caso ele saia da quadra de jogo. Se, contudo, a bola não sair de jogo a partida seguirá sem interrupção.

7.11. Das faltas

7.11.1. As faltas são cobradas das laterais da quadra, e, as saídas de bola, do fundo da quadra. Mas, o início (ou reinício) de jogo sempre será dado a partir das mãos do árbitro.

7.11.2. Quando um jogador está executando uma manobra, ele poderá receber uma falta normal. Mas, se a falta cometida for grosseira (ou violenta), o adversário incorre em:
Falta pessoal: a regra convencional diz que: "É uma falta que envolve contacto com o adversário, e que consiste nos seguintes parâmetros: Obstrução, Carregar, Marcar pela retaguarda, Deter, Segurar, Uso ilegal das mãos, Empurrar". No Basquete de Rua, é permitido um contato maior entre as equipes. Somente quando o jogo se encontrar muito tenso, prestes a sair do controle em razão dessas permissões específicas, o árbitro interromperá a partida, reunirá as duas equipes e informará que passará a ser mais rigoroso na partida, quando então tais ocorrências antes toleradas serão tipificadas e doravante apenadas com falta.
Faltas individuais: todo atleta que ultrapassar o limite de quatro (4) faltas na mesma partida será obrigatoriamente substituído e não poderá voltar a atuar na partida.
Nos jogos de finais de torneio ou campeonato, onde são três tempos de 10(dez) minutos, o limite permitido é de cinco (5) faltas, sendo o jogador excluído ao cometer a sexta (6ª) falta.
* Quando a falta for cometida sobre um atleta que não esteja saltando para o arremesso, a penalidade será marcada e o jogo será reiniciado da lateral da quadra, sem cobrança de lance livre. Porém, se a equipe que cometeu a falta, já tiver cinco faltas coletivas, então, o atleta que recebeu a falta terá direito a arremessos livres. Caso a jogada seja interceptada após o jogador passar a bola entre as pernas de um adversário, o driblador vai para o arremesso de um ponto e permanece com a posse de bola.
Falta coletiva: sempre que uma equipe, ao longo de cada partida, ultrapassar a quinta (5ª) falta coletiva, ela será apenada com lances livres a favor do adversário. Em jogos de final de campeonatos, quando a duração da partida é maior, o limite sobe para seis (6) faltas coletivas.
Falta de educação: é a punição que o árbitro aplica a um jogador que comete anti-jogo, segurando um adversário para que este não converta uma cesta, por exemplo. E acontece sempre que um jogador se envolve em conflitos com a arbitragem e com a mesa, seja contestando marcações ou com gestos ofensivos aos participantes do evento, incluindo-se o MC da quadra e os torcedores. O jogador também deve ser punido se chutar as placas promocionais que estão na quadra e quaisquer equipamentos de trabalho alheio.
* O jogador deve sempre ter presente que no Basquete de Rua a "desmoralização", buscando a plástica do espetáculo e sem implicar na intenção de "humilhar" o adversário, é parte do jogo. Por isso, quando ele não permite que o adversário evolua a jogada de efeito e comete faltas desproporcionais – não confundir falta normal de jogo com falta de educação esportiva –, o árbitro deve puni-lo (e à sua equipe) com sua suspensão na partida por um (1) minuto , sem possibilidade de substituição, cumulada com a dedução de um (1) ponto de sua equipe.
Falta na enterrada: caso a arbitragem entenda que o jogador recebeu uma falta enquanto seguia para completar uma enterrada, terá direito a dois (2) arremessos, sendo que apenas um arremesso será concedido caso a enterrada seja concluída.
* São consideradas jogadas violentas: cotoveladas, empurrões grosseiros e agressivos; sobretudo, no momento das cestas. Não se deve confundir disputa viril de bola com agressão desmedida. Será ainda considerada falta anti-desportiva um revide a uma falta, sobretudo, quando o árbitro já a tenha marcado.
Faltas nas decisões dos campeonatos: nas partidas de finais de campeonatos, quando o tempo é maior, o número de faltas coletivas e individuais é acrescido de uma unidade, consoante fixado nas especificidades já indicadas.
Apenação em caso de briga: os atletas que promoverem brigas ou vias de fato (embates corporais), usarem drogas no evento ou entrarem em quadra alcoolizados, além de serem imediatamente expulsos de quadra, ficarão sujeitos ao julgamento pela organização do evento, que, com base nos fatos, filmagens e súmulas, se pronunciará a respeito da exclusão definitiva dos envolvidos da competição, podendo, ainda, optar por afastar o atleta de qualquer competição ligada à LIBBRA pelo prazo mínimo de cinco (5) anos.
Os agredidos, na hipótese de resolverem registrar queixa na delegacia, deverão solicitar à organização todos os dados dos agressores, pois, num espaço socialização como o do Basquete de Rua, quaisquer tipos de agressões e comportamentos similares não poderão ser confundidos com desequilíbrio emocional, mas como atentado à cultura, ã integração e à integridade das pessoas que participam, como jogadores, dirigentes ou torcedores.

7.12. Dos cartões de apenação

7.12.1. Os árbitros utilizarão cartões para identificar, tornar público e comunicar ao jogador o tipo de infração cometida.
Amarelo: Utilizado como advertência nos casos de falta técnica simples (quando o árbitro considerar a infração de natureza leve), não respeitar a distância regulamentar, infringir persistentemente as regras de jogo.
Azul: Utilizado para atletas que cometem falta de educação, que não aceitam as manobras dos adversários, apelando para grosserias, ou ainda, o cometimento de faltas brutas ou com uso excessivo de força. Será mostrado também o cartão Azul ao jogador que se dirigir a qualquer pessoa do evento, mesa ou árbitro de maneira desrespeitosa.
Apenação: Ficará no banco de reservas durante um (1) minuto, sem que sua equipe possa substituí-lo. Será debitado um ponto (1) da equipe e esta perderá a posse de bola.
Vermelho: Utilizado nos casos de expulsão do jogador por agressão, briga ou reincidência na falta de educação , de gesto obsceno, de cuspir no adversário, de praticar jogo brusco grave ou conduta violenta.
Apenação: O cartão vermelho implicará na retirada do jogador do espaço de convivência, e, por um (1) minuto e trinta (30) sua equipe permanecerá atuando com um jogador a menos, e, só após o seu transcurso poderá substituir o jogador expulso e recompor a equipe. A equipe do excluído será, cumulativamente, debitada em dois pontos (2) pontos no ato da apresentação do cartão vermelho ao jogador expulso que não poderá retornar à quadra enquanto durar a rodada em curso.
Diretrizes filosóficas na aplicação dos cartões: O Basquete de Rua tem compromisso com a saúde (física e mental), jamais com a violência e a falta de respeito. Por isso, a aplicação dos cartões punitivos busca excluir qualquer manifestação que atente contra os princípios fundamentais que inspiram o Basquete de Rua enquanto desporto-participação. Além disso, muitas das expressões utilizadas pelos jogadores desta modalidade não devem ser consideradas xingamentos ou desrespeito, mas, dialeto próprio desta cultura urbana e parte integrante do clima de descontração e de participação que deve ser priorizado.

HINO DA LIIBRA

HINO DA LIIBRA

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Composição: MV Bill -

(eu vou) vestir meu uniforme
O jogador não dorme campeão da rua
(eu vou) invadir a sua quadra
Desafiar seu time a escolha é sua
(errou)
Se não tiver coragem é só assistir
O time de gigantes invadir

Vê se não enrola
Olha pra frente e passa a bola
Jogada de rua que não se aprende na escola
(fora)
Driblando na seqüela da favela
Mexo no placar com o auxílio da tabela
Dois pontos mais na casa do adversário
Muito barulho que põe fogo no cenário
Liga brasileira de basquete (de rua)
Hip hop com o esporte que diverte (e tumultua)
Comanda o jogo com atitude de negão
Voa alto faz a cesta com os pés fora do chão
Dando uma enterrada na cara do pivô
Que joga por dinheiro enquanto a gente joga por amor
Quem for jogador não espera sua vez
Arma a jogada e mete uma cesta de três
Se liga
Se não tiver na liga observa
Torcendo por alguém ou no banco de reserva

(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e mexe com a torcida
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e vai mudando o clima
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e mexe com a torcida
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e vai mudando o clima

Né não né não desse jeito não
Não dá pra desistir e não subir no garrafão
Bate a bola no chão
Deixa o rival do lado do avesso
Mostrando competência na hora do arremesso
E se der aro
Subo no rebote mas não paro
Basqueteiro que é ligeiro sente o jogo pelo faro
Hoje não é raro ver uma quadra de basquete
(não)
Com rap, grafite e a bola na mão do moleque

É a liga brasileira de basquete (de rua)
Hip hop com o esporte que diverte (e tumultua)
Jogada certa pra seguir da opção
Que muda o destino com uma bola na mão
Se sinta um campeão
Na hora da batalha
O time que chegar irá brigar pela medalha
Que ajuda a curar da dor interna
Bate a bola por debaixo da perna
Pensando sempre no ataque como se fosse um combate
No jogo de contato
Só quem for louco
Sobe sem respeito na tabela e leva toco
Se acha pouco
A partida continua
Guerreiros e guerreiras do basquete de rua
Levanta a mão pro alto
Bate a bola no asfalto
Na seqüência toma a quadra de assalto
Ganha no rebote quem tiver o melhor salto
A gente faz barulho quando o time é lá de fora
Nas ruas do brasil o streetball que sempre rola
A jogada é limpa quem tá sujo se embola
Não enrola
Passa a bola

Libbra
Só chegar na libbra
Se liga

E aí dj, cabou?
Não...
Já é já é irmão
Bateu papo
Nós tá junto e misturado rapá

(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e mexe com a torcida
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e vai mudando o clima
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e mexe com a torcida
(chegou)
O bonde do basquete
Que mistura com o rap e vai mudando o clima
(chegou)

Torneio de Basquete de Rua em São Paulo

O Basquete de Rua circunscrito em projetos sociais pelo Brasil ganha força em 2009. O fato é que as CUFAs de todo o Brasil, realizarão até julho, etapas regionais e estaduais da LIIBRA – Liga Internacional de Basquete de Rua. Alguns estados como Mato Grosso do Sul e Bahia já realizaram eventos em janeiro que tinham como mote o esporte-arte. A idéia é a mobilização das comunidades para a prática e difusão do basquete até que as etapas da LIIBRA comecem a acontecer. Aquí em Pernambuco a coordenação da CUFA PE, estará promovendo nos meses de março e abril as estapas municipais, sendo o objetivo nas cidades de RECIFE, OLINDA, JABOATÃO DOS GUARARAPES, CAMARAGIBE, PAULISTA E CARUARU, e dependendo das adesões das prefeituras poderá estendense em outros municipios.

Todos os outros estados concentram suas forças no planejamento e produção das etapas estaduais, que não acontecerão apenas nas capitais. Em Mato Grosso, por exemplo, serão três etapas, sendo que uma delas acontecerá no interior do Estado. A Liga Internacional também terá etapas em países como o Chile, Hungria e Alemanha. Outros pontos do planejamento das CUFAs são a criação de veículos de comunicação para a difusão midiática do esporte e o Encontro Nacional da CUFA. Coordenadores de todo o Brasil estiveram reunidos para delinear conjuntamente os projetos de cada base. Breve estaremos realizando as decisões contidas neste encontro que sempre serve de base pra nós



CONHEÇA A LIIBRA

A LIIBRA

Tudo começou num belo dia, ou melhor, noite de Hip Hop no Armazém 05, mais precisamente no Cais do Porto, Centro do Rio. Como vocês mesmo podem ver, a manifestação foi espontânea. Um monte de malucos se apropriou da cesta de lixo do evento em 2003 e armaram essa bagunça. Para a CUFA (Central Única das Favelas) não havia alternativa se não organizar e transformar essa brincadeira num dos maiores acontecimentos esportivos e alternativos que se tem noticia. Lógico que o Hip Hop é o fio condutor da LIIBRA (Liga Internacional de Basquete de Rua), afinal foi dentro de um evento de Hip Hop que tudo começou!

A partir de 2002, a rapper Nega Gizza - que coordena os eventos alternativos do Hutúz e é a Presidente da LIIBRA, resolveu incorporar a brincadeira ao evento, criando assim o primeiro Campeonato Carioca de Basquete de Rua, um evento que não parou mais de crescer. A CUFA não parou por aí e tornou obrigatória a prática do Basquete de Rua em todos os seus eventos. Fez com que a prática fosse desenvolvida em todas as bases sociais da instituição, em todos os estados e por fim, transformou a modalidade no quinto elemento do Hip Hop.

Em 2004 faltou espaço para a prática do esporte, tamanha popularidade que alcançou o torneio. E para fazer jus e atender a essa expectativa, a CUFA resolveu ampliar essa manifestação e criar a LIIBRA, deixando assim de ser a única disputa do gênero no Rio e passando a fazer parte do calendário nacional, bem como do calendário oficial dos Jogos Pan-Americanos, disputado no Rio de Janeiro em 2007.Mas a CUFA queria mais, desejava fazer um campeonato literalmente na rua, nem que para isso tivesse que se criar um modelo alternativo e próprio. Um modelo que atendesse as necessidades que o espaço físico impunha.

Nos restava então reunir os maiores nomes e os praticantes do esporte para discutir de que maneira poderíamos adaptar o Hutúz Basquete de Rua para ser disputado nas ruas do Rio de Janeiro com a presença das equipes de outros estados. Chegamos a conclusão de um novo modelo, nunca antes experimentado no mundo. O 4x4 com duas cestas daria maior velocidade, dinâmica e por fim emoção ao espetáculo. Tiro e queda. Sucesso total!

Em 2005, a LIIBRA tornou-se um campeonato com duração de dois meses, com abrangência nacional, reconhecida pela Federação de Basquete do Estado do Rio de Janeiro e a Confederação Brasileira de Basquete, com a participação de equipes de diferentes estados no torneio. Envolvemos mais de 1.500 atletas provenientes de diversas regiões do país. A competição acontece semanalmente em ruas de diferentes regiões do Estado do Rio de Janeiro. Além da energia e do calor eminente das ruas, nas etapas da LIIBRA o basquete sempre é embalado ao som de muito Hip Hop.

Como falamos, a CUFA batiza essa categoria - 4x4 - como o mais novo elemento do Hip Hop. Afinal, seja nas quadras improvisadas, nas ruas, nas periferias das grandes cidades ou nos passeios públicos, o rap é o som que embala as quadras. Por isso B.Boys, Grafiteiros, DJ´s e MC´s são presença garantida nessa festa.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

LIIBRA CIRCUITO MUNICIPAL














LIIBRA CIRCUITO MUNICIPAL

ETAPAS CLASSIFICATÓRIAS NAS CIDADES
RECIFE - OLINDA - PAULISTA - JABOATÃO DOS GUARARAPES - CAMARAGIBE - CARUARU

Basqueteiros de plantão, já estão abertas as inscrições para a Liibra Circuito Municipal de Basquete de Rua (PR), as inscrições já começaram e estarão abertas ate o dia 02 de março.
Este ano temos uma novidade, a Liga Brasileira de Basquete de Rua (LIBBRA), transformou-se em Liga Internacional de Basquete de Rua (LIIBRA), que foi dividida em circuitos municipais, estaduais , nacionais e o mundial. Assim, as equipes que participarem desta seletiva municipal, e alcançarem o devido destaque, poderão ter a chance de conseguir classificação para participar dos próximos circuitos até chegarem ao mundial.
Não fique fora dessa, participe.
Inscreva já sua equipe